Marketing de Guerrilha
O termo marketing de guerrilha vem da guerrilha
bélica, ou seja, é um tipo de guerra não convencional no qual a principal
estratégia é a ocultação e extrema mobilidade dos combatentes, chamados de
guerrilheiros. Em geral, táticas de guerrilha são usadas por uma parte mais
fraca contra uma mais forte. Se por um lado os guerrilheiros muitas vezes
carecem de equipamento e treinamento militar adequados, por outro contam com a
ajuda de populações que os defendem e com ataques-surpresa ao inimigo, sem
necessidade de manter uma linha
de frente. O conhecimento do terreno de combate também é uma arma
bastante usada na guerra de guerrilhas.
A Guerra do Vietnam é um exemplo típico no qual o exército
regular dos Estados Unidos acabou vencido pela guerrilha
vietnamita, embora aquele conflito tenha outros fatores e características bem
próprios.
No Marketing de Guerrilha, os termos bélicos são
traduzidos da seguinte forma (retirado do site da agência de marketing de
guerrilha Espalhe)
Por princípio, as ferramentas de Marketing de Guerrilha
são utilizadas por empresas menores com o objetivo de combater grandes
concorrentes ou simplesmente sobreviverem. O Marketing de Guerrilha,
como descrito por Jay Conrad Levinson no seu popular livro Guerrilla
Marketing de 1982, utiliza-se de maneiras não convencionais para executar
suas atividades de marketing e com orçamentos “apertados”. Levinson diz
que pequenas empresas empreendedoras são diferentes de empresas grandes. Ele
menciona um artigo da Harvard
Business Review de Welsh e White que diz que pequenos negócios não
são versões menores de um negócio grande. Por causa da falta de recursos dos
pequenos negócios, estes precisam utilizar diferentes tipos de estratégias de
marketing e táticas.
Porém, na atual sociedade saturada de comunicação,
grandes empresas começam a utilizar o Marketing de Guerrilha em seu mix de
martketing para atingirem os corações e mentes de seus públicos-alvo e
trazerem atitude para suas marcas.
VAN BRAN CONSULTORIA EM MARKETING